Os pais e a profissão “youtuber” - O desafio dos jovens que escolheram trabalhar com o Youtube e como os pais encaram essa nova profissão dos tempos atuais


 Nos últimos anos, foi desenvolvida uma nova profissão que vem revolucionando o Brasil. Pessoas de todos os lugares gravam vídeos de variados temas, postam em uma plataforma e ganham com isso, estes são conhecidos como os “youtubers”.

É muito fácil se familiarizar com o Youtube e gerar uma renda, só é preciso ter um canal e participar do Programa de Parceria do Youtube para que seja monetizado todo o conteúdo postado. Existe alguns requisitos que a plataforma exige para ser aceito no programa, como por exemplo, o conteúdo gravado deverá ser original e feito pelo dono do canal, deverá estar de acordo com os Termos de Serviço e as Diretrizes do site, além de uma documentação que comprove os direitos comerciais.

A profissão vem atraindo todo tipo de público que está em busca de notoriedade e um retorno financeiro, foi atingida a marca de 98 milhões de usuários mensais somente no Brasil. Pelo número expressivo é possível perceber que a profissão youtuber é uma carreira muito promissora principalmente para os jovens. Apesar de muitos pais ainda encararem como um hobby e acreditarem que os filhos estão comprometidos com os vídeos apenas por diversão, os youtubers estão ingressando nessa mídia com a intenção de se tornarem verdadeiros profissionais. Por outro lado, alguns pais definem como qualquer outro emprego, consideram o trabalho árduo, afinal, um vídeo de dez minutos pode levar até seis horas para ser gravado, além da edição, sonorização e qualidade da imagem.

A youtuber Camila Loures, que ficou bem conhecida pelos seus vídeos de ação, contou em uma entrevista que alguns familiares a mandavam entrar logo em uma graduação e parar com a ‘bobagem’, mas Camila retrucou, “é algo que faço seriamente, é a minha profissão”. Em pouco mais de sete meses de criação, seu canal atingiu 100 mil inscritos no Youtube, e nos meses seguintes, chegou à marca de 200 mil. É comum vermos exemplos como o da jovem youtuber, onde os pais não acreditam que a plataforma dê realmente um retorno financeiro e estável para quem escolheu viver nesse ramo.

Por outro lado, canais como “Vinishow”, de Vinicius Dalpino, recebem a participação especial dos pais durante as gravações. Ele costuma fazer vídeos de “trollagens” com a família: sua mãe, seu padrasto e sua irmã Jessy Dalpino, que também tem um canal no YouTube. Atualmente Vini conta com 2.233.171 inscritos. A família do jovem deixa claro que o apoia e encara o que Vinicius faz como uma profissão.

É nítido que a ideia de hobby já foi deixada de lado e virou uma profissão para quem escolheu essa área. Apesar de ainda enfrentarem alguns obstáculos, principalmente no meio familiar, ser youtuber vai muito além de divulgar vídeos. A responsabilidade gerada a partir dessa função torna o trabalho sério e intenso


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